Apesar de estarmos vivendo a tão falada “web 2.0”, para muitos, usabilidade ainda parece se resumir às primeiras orientações de Jakob Nielsen com indicações de “jamais faça isso” ou “sempre faça aquilo”. Por isso muitos designers preocupados com estética e inovação ainda estremecem quando ouvem alguma referência ao assunto. O valor das contribuições de Nielsen e outros “gurus“ é indiscutível, mas é importante ter em mente que tudo depende do público e do contexto. Conhecer e entender os usuários do produto é importante para desenvolver um projeto que tenha a intenção de ser eficiente. Trabalhar a usabilidade de um site (ou de qualquer outra interface) não significa apenas aplicar algumas regras indiscriminadamente.
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Em muitos casos, projetar levando-se em consideração apenas a experiência do projetista, tende a ser tão ineficiente quanto projetar com base apenas nos desejos dos usuários. Uma abordagem mais eficiente junta as duas perspectivas. O designer deve aliar todo o seu conhecimento e experiência a informações reais e contextualizadas extraídas diretamente dos usuários, que passam a desempenhar um papel participativo no desenvolvimento de projetos e o ideal é que isto aconteça desde a etapa de concepção.
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Esses são alguns trechos de um artigo que escrevi sobre usabilidade, pesquisas, design centrado no usuário e a importância de se conhecer seu público, com alguns exemplos de aplicações práticas. Leia o artigo completo (.pdf) publicado na revista Webdesign (nº 42 – junho 2007).